Na correria do dia a dia e diante da pressão por produtividade, muitos gestores permitem — conscientemente ou não — que seus colaboradores usem dispositivos pessoais, como notebooks e smartphones, para acessar e executar tarefas corporativas. A prática, aparentemente inofensiva, é comum até mesmo em empresas que prezam por segurança. No entanto, essa comodidade pode esconder um risco gigantesco: o comprometimento da segurança da informação, da integridade dos dados e da conformidade da empresa.
O perigo por trás do “traz seu próprio dispositivo” (BYOD)
A utilização de dispositivos não gerenciados pela empresa, também conhecida como política BYOD (Bring Your Own Device), abre brechas importantes para ciberataques. Diferentemente dos equipamentos corporativos, esses dispositivos:
- Nem sempre recebem atualizações de segurança regularmente;
- Podem conter softwares piratas, desatualizados ou vulneráveis;
- Possuem antivírus frágeis (ou sequer têm proteção);
- Compartilham redes públicas ou domésticas sem criptografia;
- São utilizados para fins pessoais e profissionais, dificultando o controle e rastreabilidade dos dados.
Além disso, arquivos importantes da empresa podem estar sendo armazenados em HDs pessoais, pendrives sem criptografia ou contas de e-mail fora do domínio da organização, dificultando qualquer auditoria ou recuperação de dados em caso de incidente.
Consequências reais e custosas para a empresa
A entrada de um único dispositivo infectado na rede da empresa pode ser suficiente para comprometer sistemas inteiros, expor dados sensíveis de clientes, gerar multas por não conformidade com a LGPD e, claro, provocar perda de credibilidade no mercado. Ainda mais grave: em caso de ataque, pode ser impossível determinar a origem do problema quando a TI não possui controle sobre os equipamentos utilizados.
Como os colaboradores podem fazer parte da solução?
Para a segurança ser realmente eficaz, é fundamental contar com o engajamento da equipe. Isso pode ser feito com medidas práticas e educativas, como:
- Criar políticas claras de uso de dispositivos pessoais na empresa;
- Reforçar o uso exclusivo de equipamentos corporativos, quando possível;
- Implementar autenticação multifator (MFA) e acesso por VPN;
- Utilizar serviços em nuvem seguros, como o Microsoft 365, para impedir o salvamento local de arquivos confidenciais;
- Conscientizar os colaboradores sobre os riscos de segurança em ambientes compartilhados e redes públicas.
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